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sábado, 17 de dezembro de 2011

Não há comentarios.

O espirito, a alma, a consciência, ou como no meu caso, o desbloquear de um pensamento fixo, ergue sensações interiores, que imitam a fome e a sede, que são fome e sede, um vazio permanente, um entreter da cabeça, que viaja num regresso constante, ao pensamento fixo, ao estar vivo ainda e por isso escrevo, entretendo devagar os temperos e divagando sozinho,o meu sal e a minha pimenta, de ninguém mos comentar.
Não há comentarios, é verdade, se excluir a opinião que verbalmente me foi transmitida ontem, reenviando-me para Manuel Pina e a opinião varias vezes formulada, no encontro de poesia de Matosinhos, de nada haver de novo nas palavras, além de um copiar constante, de um roubo permanente, das miudezas que ganham cor e conteudo, filtradas em cada mente que sonha a magia de pensar, como se o fizesse num exclusivo,que afinal é de todos e é sentido, é procura, é identidade e é vida.Nada de novo, somente vida.
Há dois anos foi-me colocada a mesma dúvida e eu fantasiei uma resposta, no sossego de ser desnecessária.

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