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É no papel que eu deixo escorrer
a estupidez do entendimento
numa matemática de números incertos
de charadas e linhas cruzadas
que passam por pensamento
e repetem, repetem no infinito
do finito
os resultados que nunca são iguais
de tanto se tentarem
nos atalhos e caminhos
que mudam como muda o tempo
e o sol e a chuva
e o ser que tenta, tenta sempre
no recreio de se perder.
A solução de tudo é tão evidente
e tão próxima
que também consegue ser a solução
de nada.
Amigo, finalmente consegui aceder ao blog . Parabéns , bem haja . Como sempre , tive que ler e reler para entender , mas finalmente ... entendi , acho eu, pelo menos gostei, bjkas.
ResponderEliminarO teres gostado já é bom, o teres comentado ainda melhor.
ResponderEliminarObrigado.
Coerentes parecem
ResponderEliminarde um tempo já ido
estas correntes que o ligam
como orações
ao templo de estar vivo