Encontrei Alberto Serra, conheci Manuel Pina como um refresco de consciência, da minha, tão fresco e sereno o senti.O Serra informou-me de um programa, que por acaso é sobre o que escrevo, o que vivo ou talvez o que morro de instantes e esperas, afinal, esse programa já esta pronto. Ainda não o vi, aguardo e guardo este longo hiato, tão fácil de romper por um simples telemovel.
O programa do dia da poesia, falhou no horario, tudo se atrasou e contudo foi bom, no pouco que consegui ouvir, consegui participar, alheando-me para poder sentir que tudo já está dito e só resta copiar ou roubar, nesta indefenição do que é a Poesia, da parte de quem sabe, enquanto o D. Guilherme Pinto ao falar do que é prosaico e do que não é, me recordou Caeiro, o marçano do que é simples e Campos, o marçano inventor do que complica, como recreio de um jardim de todos e tudo é prosa.
Ver para crer, aguardar e sentado se for possível, o Mundo é feito de promessas e verdades, aguardo e vivo em cada segundo, a promessa e a verdade de cada um, a promessa, a mentira e a verdade de cada um.
Reli e aqui coloco o meu entreter da cabeça de 2009, quando o meu Luís disparatou, aconselho o texto da Tabacaria, para acompanhamento e complemento.
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