Mais um dia, de Sol e de Noite, miudezas correndo no ondular da disposição, falta um pedacinho de sal e logo é de mais, o sal que se sente, comido no tempo, pé a pé no equilibrar de cada segundo em cada prato que se come.
Antes, há séculos, parecia difícil, agora é impossível e contudo aguentar é um caminho miúdo, de ser enorme, de ser do que se pode, o que surge, o que acontece.
Dois anos e meio a contar faíscas como estrelas, a verificar juntas e miudezas, compressões e ritmos na melodia de estarem vivos, de estar vivo.
Dois anos e meio a escrever cansaços, que parecem nascidos a meu lado e me dão a mão para que se mantenha o equilíbrio de permanecer vivo.
Dois anos e meio e o “ Negro luminoso “, as sensações de ficar perdido, num ermo sem entendimento, de sentir, só sentir e nunca entender.
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