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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Em branco

È o que parece, olhando o branco desta janela virtual e mandando acenos, que nem apetece, riscando o vazio com o vazio de uma cabeça que pesa, na recusa de fechar os olhos e riscar só por dentro, o branco da cabeça de a tentar leve.
Não consigo ouvir, o slêncio dos sons todos, nem vejo a brancura dos pensamentos que se acumulam, na lavagem dos inicios e dos fins que se repetem, como flocos de neve pequenos, cristais de gelo minusculos e a brancura que regressa enorme e dpois vai.


12ABC
37
O peso do que é pequeno
quase nem se sente
no acumular de folhas brancas
repletas da sabedoria de tudo ser possível
repletas da porcaria toda
sempre possível
acumulada

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