Assim ou assando variando ou andando,
nascendo e morrendo
de que cor se fazem as cores do que parece,
do,
do que acontece e depois fica eterno,
no pedaço de eternidade de cada um,
de cada elo mais elo que se quebra de continuar.
Uma palavra e ao lado outra,
um sentido e o outro,
as coisas brincam às escondidas de se mostrarem
e não serem entendidas,
tudo é tão simples
que os filtros do entendimento
entopem
e variam,
incapazes da linha direita
do inicio e do fim,
ruminantes de erva que não há.
Religiões pelos cantos
todos
certezas ao alcance das mãos
e dos pés
noções fundamentais de só alguns entenderem
congelam infernos do fogo de ser
negro do tempo que passa
em camadas de ilusões
de vida e de beleza
de instantes como camadas.
As tintas de ser em camadas finas
pesam a lata inteira
e o ver e o sentir o feio e o belo
o de todos
na visão estreita de cada um.
Traços marcam antes e marcam depois
e o contar de dias é um passeio imposto que se faz vida
e agrada em cada momento
de a sentir antes
antes na espera de antes
enquanto duram os momentos de espera
de ser tudo antes
antes
e tudo é bom mesmo quando parece mau
neste pulsar de estar vivo.
¡Gracias ETERNAS +Jorge Manuel Braga! (Me ha encantado este GRAN POEMA). ¡BESAZOS DE BUENAS NOCHES! 👍👏🌝
ResponderEliminarSempre agradecido
EliminarTodo está unido, nada separado en este caminar. Y es cosa de cada quien el ver la belleza o su contrario, así hasta en el color que se elige en cada emoción. Nada es casual y todo necesario en este mundo de luces y sombras. Una reflexión de vida que contempla el todo como proceso natural de vida.
ResponderEliminarUn abrazo, Jorge.
Um abraço agradecido Mila
Eliminar