Sento-me no chão
de um elevador encravado
não sobe porque nada desce
não desce porque nada sobe.
Quieto neste estremecer de estar quieto
de nem assim estar quieto
porque estremece quieto.
Sinto-me num chão
que ondula o presente quieto
que se perde em cada estremecer quieto
em cada olhar de espelho
de ver tudo inteiro
fundo e perdido
mas inteiro.
A vida não se aquieta, acomoda-se, conforma-se mas nunca fica quieta.
ResponderEliminarEs cierto, maravilloso ! ahora te sigo Cariños
ResponderEliminarObrigado
EliminarNada hay, y está todo en ese presente que jamás se queda, mientras caminamos en él, sin ser, tantas veces...conscientes de sus movimientos; esquivos, diferentes, auténticos y únicos.
ResponderEliminarMe sentí identificada. Gracias, Jorge.
Un abrazo.
Os teus comentários iluminam o que sinto sentado, o que sonho acordado. Obrigado.
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