Referências de uma vida, linhas que se acabam num silêncio que não apetece, tão melodiosos foram os sons, que não voltam.
Recordo como meus, para sempre, os três desconsolados e baixos lamentos do meu pai, recordo o crescendo vibrante que depois ouvi, a magia golo a golo num jogo de futebol.
Em 68 o meu pai morreu e do muito que dele recordo, este bocado é dos melhores, guardado e revisitado nestes anos todos, que agora se despedem da magia de um Homem simples, da magia que o fez grande e disponível e o desgastou e morreu.
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