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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A Verdade culpada.

Extremistas ou não extremistas, Humanos e.... Humanos aos milhares de milhões, repletos de razão em cada um, repletos de razões no pertencerem, no serem espaço, espaços e vazios de encher, de pertencer ao que calha e ao que vem.

Vem o Natal e o ano inteiro de boas intenções, nele se perde, nele se prende, amarrado às crenças e à descrença, às verdades pequenas. à Verdade de estar vivo.

Aceito a fé de cada um, de quem pode, de cada crente que se une a um deus e dele faz a sua imagem, amarrando linhas, arrumando sentidos.
Aceito o que para mim rejeito.
Do Universo que se expande, tento resguardar este recanto de vida e de morte.
Do Infinito, sou gota, de um oceano que cresce, sem fim.
Espelhos de não ver, as diferenças, que nos fazem iguais.
Os deuses crescem humanizados, por quem os sente na cabeça, ou no coração dos instintos, criticar ou apontar, a um ou a outro, defeitos de concepção é andar às voltas, de criadores a criados.
Tudo passa pelo universo entre as orelhas e para fora brota ou escorre como infernos, como paraísos, de quem os tem, na cabeça encerrados.

Milhões de anos luz, um tempo que só aqui se conta, como se não valesse nada, tão finito é, neste constante vindimar de vidas, nestes buracos negros por cada uma, em cada cabeça de viver ainda.

Em nome de... por vontade de...e o sangue corre louvando...lavando o poder que também corre, o dinheiro em nome de...o entender que se perde em cada degolado, crucificado, apedrejado, em cada criança culpada de estar viva.

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