A fuga do que é importante,
colocado ao lado para não encandear,
ultrapassado de nunca o ser
na luz que produz sombras como se os caminhos se alongassem,
marcados no escuro de ser.
Marco importâncias enormes e fico pobre de olhar delas,
patamares,
lonjuras,
horizontes que se alongam no riso de o sentir triste,
no choro de o sentir num canto,
perdido de certeza,
alegre em cada fotografia que o tempo queimou
amarelecendo as visões de momentos,
segundos esboroados brancos de apagados,
negros de permanentes.
Reter o que mais importa
o tempo
só o tempo
de o sentir
importante.
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