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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Mandela.

Uma canção dolente e um refrão constante, cor a cor se faz do branco um arco-íris, de cores perdidas e  reencontradas, em cada morte em cada vida de cores sempre novas, de haver caras de haver opções como aparência de caminho, neste sumir de tempo que é o caminho de ser, caras novas, caras velhas, somas que se somem. Papas vão e o Papa com fumo vem, Gandhi foi Mandela vai e as fundações ficam e os extremos permanecem e as imagens são todas feitas de minusculos pontos, todos diferentes, milhões e milhões de nem os ver.

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