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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Todos iguais, todos diferentes

As coisas são sempre simples e do que acontece sempre simples se fazem montes, amontoados de confusões de nada, fossas e montes que o tempo entulha nos dois sentidos, o certo, o errado, o que passa por ser e o que passa sem ser, errados sempre e certos sempre em cada monte de entulho, em cada fossa que o tempo escavado ainda não cobriu.

O certo e o errado rodopiam,
tão certos e tão errados sempre,
unidos nas mesmas cabeças
de estarem sempre certas
de estarem sempre erradas.

Água lisa de que cor é o que invertes?
...ondulante de segundos tremidos...
o certo e o errado lado a lado,
reflectido ou quebrado no espelho de cada momento,
no espelho dos momentos todos
por quebrar ainda.

São sempre simples as coisas que acontecem e se amontoam confusas de caminhos sempre certos, sempre errados.

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