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domingo, 27 de novembro de 2011

Domingo

Domingo e a rotina dos meus, o refúgio do conhecido, ando sem me mexer, quase sem me mexer, de um pico para outro, de serem meus, porque eu sou deles e o que faço, no polo certo na corrente certa permite certo o que faço e o que durmo, de serem eles o meu sonho, os meus picos, as minhas irritações e as minhas venturas todas, mais as que nem sonho de serem do que sou, o que nem sonho ser, amarrado a eles e a mim.

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