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O que sou a ele o devo
no sublimar do que fez
no estancar que se recusa
deste sofrimento que me sufoca.
Nos momentos de crescendo
desta musica constante
que por ele
a minha cabeça constante
repete
acorde por acorde na recusa
constante
do esquecimento dos bocados todos
os bons e os maus
que agora são todos saudades
do que para sempre se perdeu
e a cabeça guarda
com a culpa que pensa
não ter
enquanto o corpo todo sente
fremente
a culpa toda que sente.
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