Cristais de cada um
facetas rutilantes
em cada cristal
de cada um
mais o carvão em cada risco
em cada momento
de o ver negro e brilhante
e pó
no partir de cada um
de cada momento
como pauzinhos de cor
que se vai perdendo
em cada pauzinho espetado
ou já quebrado
numa linha nunca direita
ondulante de curvas e mais curvas
que nunca se cruzam
que nunca se tocam
nunca.
Perante a morte , somos todos iguais ♥
ResponderEliminarSomos todos tão iguais
Eliminarsempre
da distância certa somos o pó
que se renova na morte
sempre.
Obrigada por esta belíssima obra que nos faz refletir. Enxergamos a distâncias tão curtas, geralmente próxima do nosso umbigo, que sequer imaginamos que de longe somos apenas e tão somente pó... ♥
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