Primeiro sentir e depois tentar entender de cada alfinete, de cada afago a razão deles, no que tocam, no que aleijam, no que deixam.
Perdurar e a chuva cai e o sol não vem, durar e os mortos enterram-se e continua o que continua.
O sol vem e a noite cai, na arca do costume se fecham os sonhos de dormir e os sonhos de acordar.
Hoje sinto o sossego
de o poder sentir
nada está pior
aparentemente.
As coisas e os seres parecem circular
numa utopia flutuante.
Abrandei
não sei o tempo que dura, são momentos sucessivos lentos
que duram o tempo de os sentir
passar.
As coisas e os seres circulam
e deles retiro o que sou
pedaço a pedaço
nos momentos lentos de me sentir repetido em cada coisa
em cada ser.
Recordar das sensações o parecerem, de nunca serem
ResponderEliminariguais
Cada toque ,cada afago,cada picada
ResponderEliminarescorregam e ficam dentro
no canto verso dentro
no recanto do universo mais dentro.
Sensação a sensação o fechar,o abrir de cada uma, o que passa nos limites
ResponderEliminarvivos, o fechar de cada pedaço e o sonho, o sonho que pesa, nos limites, no permanecer imutável.