Na Biblioteca da ESAG fiz o que adoro fazer.
Divulgar o texto escrito, o infinito que pode conter,
o imenso de sensações, vagueando pelo papel branco,
que logo deixa de o ser, nas cores de cada instante,
de os sentir a todos como únicos.
O que dei foi-me devolvido
com a cor, o aroma e o calor de ter valido a pena.
Fiquei sem saber o que é a Poesia
como sempre
enquanto a divulgava
mas também a senti no ar que respirava
em cada momento de atenção.
Etérea e de todos para ser de ninguém.
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