No vazio tudo cabe
e é na brancura das cores todas
que o negro das palavras se estende
preenchendo o vazio dentro
com as cores, o espectro de viver
recolhendo luz, em cada sombra
recolhendo vida, em cada instante
recolhendo proveito em cada toque
para sentir que nada, pode ser tudo
nos cantos todos, arrumados
num vazio conhecido, vivo.
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