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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Arco íris de sentir.

No vazio tudo cabe

e é na brancura das cores todas

que o negro das palavras se estende

preenchendo o vazio dentro

com as cores, o espectro de viver

recolhendo luz, em cada sombra

recolhendo vida, em cada instante

recolhendo proveito em cada toque

para sentir que nada, pode ser tudo

nos cantos todos, arrumados

num vazio conhecido, vivo.

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Biblioteca da E. S. Augusto Gomes.

Na Biblioteca da ESAG fiz o que adoro fazer. 


Divulgar o texto escrito, o infinito que pode conter, 

o  imenso de sensações, vagueando pelo papel branco, 

que logo deixa de o ser, nas cores de cada instante, 

de os sentir a todos como únicos.


O que dei foi-me devolvido

com a cor, o aroma e o calor de ter valido a pena.

Fiquei sem saber o que é a Poesia

como sempre

enquanto a divulgava

mas também  a senti no ar que respirava

em cada momento de atenção.


Etérea e de todos para ser de ninguém.

domingo, 17 de novembro de 2024

Momentos de instantes feitos.

 O caminho pode ser lento

e pensado

sem pressa

saborear de cada passo a paisagem

das sensações todas, que a pressa esquece

unindo as cores todas num borrão indistinto

que o sol apaga

unindo os sons todos numa melodia

que o silêncio eleva

unindo os momentos todos, no sentir que os eleva

e que a vida sem pressa leva.