Doze anos se completaram a três de Julho
doze círculos de Primaveras... Invernos
e entre tantos Estios e folhas caídas
entre promessas de mais um dia
de cada vez
se passaram doze anos.
Meu anjo desistente
que agora persiste vivo e dependente.
Guardo nos braços que te abraçaram
a tua morte que parecia definitiva
depois, depois uma brisa suave te rejeitou
e te foi dando alento, etapa a etapa como frágil palha
que me permitia flutuar, a mim
agarrado a ti
meu anjo que agora voas deitado, dependente e nosso.
Tantos mortos e tantos nascidos
tantas cores quentes, tantas cores frias
tantos tormentos e alegrias percorreram este mundo
que inspira e expira convulsivo
sentimentos
e tu quieto e tão importante para os que te amam
e se fazem de ti dependentes
do teu bem estar, do teu sossego
do teu ressuscitar dia a dia, em cada momento.
Doze anos.
Felicidades por esos doce años, y por ese amor tan grande como incondicional que expresas en tus versos hacia ese Ser que significa tanto...
ResponderEliminarA cada momento, nace ese momento y siempre es diferente y por tal, hermoso por ser único.
Saludos cariñosos, Jorge.
Agora que fez treze anos fiquei sem ele, obrigado Mila Gomez.
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