A Sophia no Panteão e o meu Luís a suspirar, com os meus afagos lentos de não querer agitar o sossego que me permite. Discursos de não dizer nada, rodear as palavras de um vazio constante, que as permita crescer, inchar num estouro de circunstância vazio mas festivo.
A Sophia marçana de vida de amor e poemas, enrola num mar sereno, de ondas e felicidade, as palavras todas de as ter feito de todos, viva, sem Panteão, viva de um infinito que viveu.
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