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terça-feira, 1 de julho de 2014
A normal.
Normal é um arrepio.
Soma de somas que a nada levam
além do erro de uma conta que se desconta em cada instante.
Anormal sempre, em cada momento de o serem todos
quietos no espaço, quietos no rebobinar normal
de cada momento
quieto, a, normal.
Todos iguais de nunca o serem.
Iguais ou diferentes?
Todos diferentes de nunca o serem.
Diferentes ou iguais?
Diferenças pequenas
no que aparenta, no que parece
no que é de nunca o ser
riso de o ter, de o não ter
riso de ser a verdade do engano
riso de ser a verdade dos dias todos
os dias e os enganados
todos
os dias todos.
Colham diferenças
por mim
que as sinto sempre iguais
de as ter, de as sentir
de as ser e de assentir
o estar de pé, o sentir de nada
o nada que permite tudo
neste vazio de palavras plenas
de um vazio que enche
os sentidos, as palavras e o vazio repleto de sons
de não os ouvir.
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Apreender ou aprender de cada som, de cada vibrar, a melodia sempre diferente, no tempo que é sempre igual. As Estações são marcadas por quem as passa e o encher de gente, preenche do vazio do tempo, os vazios de ocupar tempo, entre carris, entre sensações, entre e entre melodias de acabar no recomeçar.
ResponderEliminarSiempre estamos aprendiendo, dentro de ese gran vacío del tiempo que contiene todo lo que somos, hacemos...
ResponderEliminarMuy buena reflexión, Jorge.
Obrigado Mila.
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