Na hora de sentir
tudo
é pouco
depois passa
no que a seguir se sente.
Restos arrastados
de não os ter varrido
por completo
vão formando, vão fazendo
restos que são
o sentir que os prossegue.
Vazios por preencher
tempo de esponja ensopado
gotejando o dia e o dia
todos os dias.
Sentidos à vontade
na hora...e depois na hora de
haver um tempo
e o sentir dele inteiro
em cada gota, em cada ampulheta
de areia
ainda revirada.
O tempo de o haver sempre, sem fim no tempo todo de sentir e ser.
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