De Natal a Natal um ano passa e a cabeça confusa, mistura intenções que o ano nunca lava.
Publiquei dois livros este ano, mantive os pratos da balança oscilantes, alguns pararam, a minha mãe, o Toninho, a Aninhas e tantos outros que por mim rasparam, deixando um pouco deles comigo. Primaveras ditadas que não acabam, entre mortos e ditadores, crise de estar, crise de ser, crise no Mundo todo e Mandela morreu e Reed também e as ideias e os sons permanecem mutantes, agrilhoados aos inícios que mudam vastos, ao tempo, ao vento e ao que calha.
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