Intervalo de conciliar as diferenças
o ser e o não ser,
o que vale e o que não vale,
neste tempo de marcações continuas,
descontos e prolongamentos do
e do,
esse mesmo,
sempre diferente no jogo de ser igual,
de ser sempre diferente,
emparelhado,
assemelhado.
Mata-se numa escala de ser,
mais ou menos extremista,
mata-se na recusa de dar,
de permitir vida.
Mata-se por matar
a razão e a falta dela.
Simples, simples e tão simples este relacionamento de acasos,
estas linhas de nascer e morrer,
este compartimento de ter existido,
vazio e de novo vazio,
de ter sido tudo
vazio e diferente sempre.
Entre vacíos nos movemos, y ahora sentimos con más nitidez, que, hay muchas cosas que se hacen por el simple hecho de hacer. Vivir o morir, diferentes pero iguales y, din embargo, entre medio se pueden hacer grandes y magníficas cosas, para uno mismo y para el resto.
ResponderEliminarEl mundo, tal parece igual aún con sus grandes diferencias.
¿Se entiende el verdadero valor de la vida?
¿Qué pasó con la humildad, los valores, el amor de verdad...?
Siempre hermoso y reflexivo tu sentir, tan profundo...
Gracias, Jorge.
Un abrazo.
Os vazios que me enches com os teus comentários, vazio e vivo, agradecido pelas Palavras .
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