O silêncio tem por vezes
a cara gritante
de o ser, ser
mascara que engole os rostos todos
ser
silêncio
sem mascaras
engolindo pausas que respiram
o silêncio
o silêncio
tesouro de poder ser
de poder ter
tudo e o nunca
por vezes em silêncio
às vezes
caindo suavemente
no universo
no deserto
num P 38 trespassando arcos
de cores transparentes
de tempo
sem tempo
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