A razão de a ter, de a perder constante, em cada esgar de pensamento retido, em cada sonho que não permita o de todos.
As ideias boas de nunca as ter, as ideias boas de poder viver sem elas.
A razão dos extremos que se afastam de tanto se unirem, a razão do amor que se enrola no ódio, extremos que se unem como farinha do mesmo saco, do mesmo pão, da mesma vertigem, da mesma razão, de nunca haver, de nunca a ver, de ter e de não ter, de ser a razão e morrer.
Um funil estreito espreme razões e certezas, visões, incertezas e todas passam iguais, pássaros que tombam, pássaros que se erguem, sonhos de acordar, cegueira de ver.
Hoje tudo parece certo, caminho incerto espremendo ainda a pausa de ontem, na de hoje, como se houvesse uma daquelas bolas que pincham e não param, a ressaltar constante no vazio da cabeça que a prende, dando ideias como saltos, pensamentos como ressaltos, de um vazio sonoro, pausado.
A razão de a ter para que se perca.
A razão de ter para, para andar e perder.
Tal vez no sería necesario sufrir tanto si comprendiéramos y aceptamos la idea de que todo es pasajero, y que mientras se tiene hay que vivirlo con todo lo que hay en esa vida. Ideas pensamientos movimiento amor y hasta el ego, se tiene para dejar perder...
ResponderEliminarQué bonito siempre te expresas, Jorge. Es un placer leerte, gracias.
Buen fin de semana.
A vida é toda para ser vivida aos pedaços, unida pelos laços que se ganham, pelos que nunca se perdem e para sempre ficam.
EliminarObrigado Mila, obrigado e um maravilhoso fim de semana