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sexta-feira, 27 de março de 2015
O Amanhecer da Noite que cai.
Aprendizagem de acumular noções sem proveito
de adormecer os sonhos dos dias
e as noites de amanhecer
e as palavras bonitas de as ter
bonitas guardadas
ou encerradas
A nostalgia de reler um livro e recordar dele as ocasiões de já o ter feito
o ter feito
esquecendo, quase esquecendo dele o que releio
contrafeito ao tempo e ao passar dele enquanto leio
tempo de milímetros e lombada coçada
por significados acumulados.
Os inícios repetem-se sempre diferentes
em cada leitura de cada fim que continua.
Milímetros desfolhados de um tempo encerrado
que não parece
nas cores de ter antes e depois
vivos e mortos e continuar
esta corrente de ser parte
de um jogo vazio, de palavras e sensações vazias, maravilhoso.
Do sonho eterno ao que passa marcante
e finito
do perfeito sonhado ao sentir constante
imperfeito
do infinito de sonhos ao frémito de estar vivo
paginas que passam no desfolhar certo
de aprender sempre a lição de ainda estar.
Balcões que o tempo marca de esperas
riscos finos que adensam significados sempre ocultos.
O repouso de sentir o desfolhar do tempo
o acabar dele em cada inicio.
Esquinas que ainda se rodeiam
de haver outras
ainda.
Cores de entrar nelas
por caminhos que se desviam e acertam sempre
no branco das cores todas
no verde que se rebola nas variantes
dos anos que passam
desabrocham
e
amocham.
Aprendizagem que encerra o proveito
noções que falham sempre
de serem sempre.....
areia moída de a pensar.
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ResponderEliminartextos meus
que nem o parecem
de os sentir tanto
de os sentir de novo
novos.