Criminosos que se dizem Islâmicos e matam em nome de um Deus que é só deles
eu vivo em nome da vida, do que dá, do que retira
dispersei a fé no perder constante
que cria vazios que se preenchem constantes
de
e
de
que se querem perfeitos
e nunca o são definitivamente.
As palavras ganham enredos, que as entalam todas, nas frinchas todas
de as querer todas na cabeça que a todas perde
dentro e fora da razão.
Copos de encher e de vazar
vazam de um lado e enchem do outro.
Areia que enche grossa e depois se faz fina no preencher de vazios como espaços
que eram, que se fazem, que são diferentes
das miudezas, as certezas, a morte e a...
certeza de um arrumar certo
sempre diferente.
Sempre certo e acabado.
Das palavras sentir o vazio de as ter, como mar vasto
ResponderEliminarde o ter
de as ter
vastas e afogadas,