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sábado, 28 de março de 2015

Em nome da vida.

Criminosos que se dizem Islâmicos e matam em nome de um Deus que é só deles
eu vivo em nome da vida, do que dá, do que retira
dispersei a fé no perder constante
que cria vazios que se preenchem constantes

de
e
de

que se querem perfeitos
e nunca o são definitivamente.

As palavras ganham enredos, que as entalam todas, nas frinchas todas
de as querer todas na cabeça que a todas perde
dentro e fora da razão.

Copos de encher e de vazar
vazam de um lado e enchem do outro.

Areia que enche grossa e depois se faz fina no preencher de vazios como espaços
que eram, que se fazem, que são diferentes
das miudezas, as certezas, a morte e a...

certeza de um arrumar certo
sempre diferente.

Sempre certo e acabado.

1 comentário:

  1. Das palavras sentir o vazio de as ter, como mar vasto
    de o ter
    de as ter
    vastas e afogadas,

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