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quinta-feira, 29 de maio de 2014
Sempre.
Ondas de rolar sensações
infinitos que se perdem
do fim que os encontra sempre.
Mosaicos que se encaixam diferentes
que se pisam, que se olham nas paredes
sempre iguais sempre diferentes.
Respirar, rolar sensações
entre e ter, os mundos dentro
os mundos fora, as decisões.
Momentos que se retardam sempre
na mesma surgem de cada infinito contido
sempre, em cada cabeça, sempre.
Mundos de igualdades todos diferentes
mundos de olhar, de olhar sempre
este pintar de vidros transparentes.
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Osmose de ser, dentro e fora de estar contido, energia que se expande e depois regressa
ResponderEliminarnoutra forma de vazio
noutro formato de encher
de ser
dentro e fora
o sal de estar contido.
¡Precioso! Gracias por el regalo para los sentidos, +Jorge Manuel Braga. 🌼😘
ResponderEliminarObrigado.
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