Quem ouve no que entende
fala
quem lê no que entende
escreve
e as imagens estão sempre vivas
de serem vistas por vivos
somente.
Silêncio
Cartazes de procurar sempre
imagens vivas
encontros curtos
cruzar de linhas
e entender dentro
o falar
o escrever
e viver dentro.
O silêncio, o vazio de os ter ausentes.
Dentro e o Universo e os pedaços
que as facas do tempo vão cortando
imparciais, data a data
recortadas.
O silêncio antes, o silêncio depois
e os sons entretanto
das esperanças todas
de valer sempre a pena
este sentir de instantes
este acabar constante.
Hoje na Abel Salazar numa permuta de ideias, num tocar de sentidos, no sentir de estar vivo, no recreio de poder pensar...
ResponderEliminarHasta tu comentario es bello y coherente, Jorge.
ResponderEliminarTodo está al alcance de ser vivo, de escuchar el silencio, de leer una imagen, de comprender la vida, para eso hay que sentirse vivo.
Un abrazo, querido amigo.
Um abraço querida amiga, os teus comentários são sempre maravilhosos e recebidos com alegria.
EliminarY un placer siempre leerte, mi querido amigo. Buen fin de semana.
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