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quinta-feira, 6 de março de 2014
Passeio
Arrastar os momentos
na rede de os viver
e reter o possivel de cada degrau
marcado na subida
escorregado na descida.
Pouco, sempre pouco, é o que fica de cada passo
já esquecido
perdido no ganho de o ter tido.
Desistir de sentir
é o nunca
deste passeio de pedras soltas
do estreitar, do alargar
dos passos, do caminho
das quedas recreadas
das venturas em cada passo
se faz constante um caminho de visões
constantes
recriadas neste espaço de ser
nos limites estreitos de os ter.
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Passeio dentro
ResponderEliminarfechado
de haver visões
de as ver
de olhos fechados.