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domingo, 4 de agosto de 2013

Estrelas e abismos.

A dor está toda no que cada um sente
de estar vivo e não ser de pedra
mas diferente.

Pegada a pegada de nenhuma ser apanhada
depois
no diluir das emoções, do sentir
aos pedaços que passam
quebrados de haver magia
ainda
por quebrar.

Em cada fio fino que agarra o eterno
e o permite ser em cada elo a corrente que desce
e não fundeia
das pedras que sentem
o sentir perdido de cada fio no encontro de cada um
de cada fio
em cada quebrar que engrossa a corrente dos abismos.

Navegar as estrelas em cada enterrar de cada pegada
de uma dor que cada um sente
diferente
sempre.

A dor está toda no que cada um sente
de haver estrelas e abismos
e pedras desfeitas e logo refeitas
indiferentes.

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